segunda-feira, 12 de julho de 2010

Nada é por acaso! 3

Tudo aquilo que foi dito verdadeiro, prometido um dia, já não significava mais nada. Todo aquele sentimento, aquele juramento de amor eterno não mais existia!
A vida não foi generosa com os dois colocando o amor que sentiam um pelo o outro por provações, provações essas tão difíceis que fraquejaram diante delas, o amor abandou os seus seres, os tornando completamente estranhos. Já não eram capazes de trocar ao menos uma palavra entre si, sem que aquilo os ferisse. A distância mesmo que difícil seria o melhor remédio.  E assim foi feito , não mais se viram, se falaram, tiveram o mínimo contato. O tempo seria encarregado de apagar as lembranças de suas mentes.
            Talvez um dia se cruzem novamente pelos caminhos da vida, olhem um para a  face do outro e terão a impressão de se conhecerem e  nada mais. E assim termina o acaso que os uniu e que os separou!

FIM

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Madrugada


     A madrugada é meu abrigo. Teu  silêncio e escuridão acalentam minha alma que se atormenta na contagem incessante das horas do dia, clamando sua chegada.

Meus pensamentos fluem levados pelo som do nada, hora ou outra se perdem em si mesmo, na busca pela explicação do inexplicável .

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O que veio a mente.

Ultimamente não estou muito inspirado para postar no blog. Então me propus o seguinte: Abrir o word e escrever aquilo que viesse em minha mente naquele instante, e  logo depois postar o que sair disso tudo. Então vou começar!
         Tenho pensado muito na minha Faculdade que começará em Agosto, sei que é cedo pra isso, mas é que  junto dela virão muitas mudanças, de cidade, de rotina e não sei como eu me adaptarei a tudo isso. Também tenho pensando muito na escolha do meu curso “Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas” UFJF , já estou matriculado e ainda tenho duvidas sobre a minha escolha. Espero que tenha acertado essa sempre foi a área que eu mais gostei, humanas. Acho que no fim das contas vai dar tudo certo.
         Outra coisa que não sai da minha cabeça é a distancia dos meus amigos, sinto que irei sentir muito a falta deles, pois sempre estamos fazendo algo junto, de uns mais que de outros, fato, mas sentirei saudades de todos, apesar de voltar de vez em quando para vê los.
         Até agora foram coisas que eu penso para um futuro próximo. Mas neste exacto momento estou pensando que não deveria estar nesse computador pois estou aqui o dia todo, mas acho que por aqui continuarei pois nada mais de interessante me chamou atenção até agora! Que musicas são essas que estou escutando??? Há sim a trilha de um jogo  de corrida de carro para Playstation, indicada por uma amiga minha pois eu disse a ela que queria escutar coisas mais como Indie Rock ( ¬¬).
         Mais uma coisa que tenho pensado bastante é em namoro, devido a proximidade com o dia dos namorados, sim estranhamente essa data tem me irritado esse ano, mais do que de costume, mas deve ser porque estou solteiro e a felicidade alheia tem me irritado (que horror). O que será que vou fazer mais tarde? Devo ir na rua comer alguma coisa e ver se encontro com alguém!
         Então é isso, esses foram meus pensamentos momentânos, e como me propus vou ter que postar.  Acho que começarei a postar mais coisas desse tipo!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ouse!




Creio que seja um bom conselho!


"Ouse, ouse... ouse tudo! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!" 
 Lou Salomé"



quarta-feira, 12 de maio de 2010

Não tinha ninguém, e ninguém o tinha.

Entrou no carro e começou a dirigir. Não sabia realmente onde queria ir, na verdade, não tinha aonde ir. O velocímetro já marcava 140km/h e as coisas começavam a passar cada vez mais rápido e menos nítidas diante dos seus olhos. Mas isso não o impedia de acelerar cada vez mais. O vento batendo em seu rosto a adrenalina passando por todo o seu corpo, o fazia sentir vivo, como já não se sentia por um bom tempo. Já não tinha mais medo. Mas porque teria? Não  tinha mais nada. A vida se encarregara de lhe tirar tudo! Sua família, o amor da sua vida, seu trabalho e amigos, nada o restara, somente o seu carro, este que estava dirigindo.
Sua vida inteira passava em sua mente nesse momento. Perguntava-se o que teria feito de errado para isso acontecer justo com ele. Estava inconformado, pois  não conseguiu achar respostas. E isso doía.
Ao horizonte viu uma ponte.  Tomou fôlego e acelerou o máximo que pode, atirou-se contra ela. Durante a queda pediu perdão, e sentiu-se aliviado, pois sabia que iria matar junto de si todas as suas angustias! O carro caiu e explodiu, seu corpo foi carbonizado como todo o resto.  As autoridades foram chamadas. Sem documentos e ninguém para sentir a  sua falta foi enterrado como indigente. Já não era ninguém, pois ninguém tinha e como o tal foi enterrado.


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Poesia do silêncio


Poesia do silêncio

Nestas horas mortas que a noite cria, entre um e outro verso do pavoroso poema, que sob a pálida luz de uma vela eu lia, me chegavam antigas lembranças de um dilema.
Quanto amargo e dissabor o silêncio produz!  Entre as sombras vacilantes da noite, chegam em formas indefinidas, que sobre minha cabeça pairam, aves e outras criaturas aladas que de infernal recônditos alçam vôo até minha mente, a perturbar minh’alma.
Essas formas indefinidas das sombras criadas pelo medo, ocupando o vazio do meu ser, preenchendo o que antes era de sentimentos sublimes e, agora, somente o sentimento de dor. O que antes era alegria, agora é tão somente o dissabor.
Que pena paga um condenado pelos sentimentos! Oh, agonia incessante. Que martírios mais terei que suportar? Como um medo tão latente do desconhecido, pode tanto me apavorar? Será do vazio de minha alma que sinto medo? Ou do esquecimento do meu ser, por outro já amado?
Não é do fim da vida que treme minha alma, mas do fim do sentir-se bem eterno. Não mais existir não é tão doloroso quanto o existir sem ser notado, ou amar sem ser amado, ou perder o que jamais será recuperado.

domingo, 25 de abril de 2010

Uma musica aí!

Gostei da letra, me identifiquei bastante com o que ela diz!

Incerteza

"Eu quero entender porque não paro de pensar em ti
Talvez sejam memórias, que me perturbam
Memórias daquele dia em que passei, ao seu lado
Olhando nos teus olhos
Tocando nos teus lábios
Parecia que eu te conhecia a vida inteira
Isso eu não quero perder

Você não quer me dar uma chance
Tem medo de me machucar...
Mas prefiro morrer agora do que viver...
Na incerteza
Na incerteza
Na incerteza


O que dói mais
É ouvir você dizer que gosta de mim, que se preocupa comigo...
Sinto um vazio por dentro
Um tiro no meu peito
Não vou me conformar.. em não te ter!
Se sou a pessoa certa na hora errada
Me diga por favor
Quando a hora certa chegar
Quando a hora certa chegar
E aonde voce vai estar?
Eu estarei

Você não quer me dar uma chance
Tem medo de me machucar...
Mas prefiro morrer agora do que viver...
Na incerteza
Na incerteza
Na incerteza"